14 novembro 2007




Pra ela.


.: Everything :.

I can be an asshole of the grandest kind
I can withhold like it’s going out of style
I can be the moodiest baby and you’ve never met anyone
Who is as negative as I am sometimes

I am the wisest woman you've ever met
I am the kindest soul with whom you've connected
I have the bravest heart that you've ever seen
And you've never met anyone
Who's as positive as I am sometimes

You see everything, you see every part
You see all my light and you love my dark
You dig everything of which I'm ashamed
There's not anything to which you can’t relate
And you’re still here

I blame everyone else, not my own partaking
My passive-aggressiveness can be devastating
I'm terrified and mistrusting
And you’ve never met anyone as,
As closed down as I am sometimes

You see everything, you see every part
You see all my light and you love my dark
You dig everything of which I'm ashamed
There's not anything to which you can’t relate
And you’re still here

What I resist, persists, and speaks louder than I know
What I resist, you love, no matter how low or high I go

I'm the funniest woman you've ever known
I am the dullest woman you've ever known
I'm the most gorgeous woman you've ever known
And you've never met anyone as, as everything as I am sometimes

You see everything, you see every part
You see all my light and you love my dark
You dig everything of which I'm ashamed
There's not anything to which you can’t relate
And you’re still here

And you’re still here
And you're still here...

Alanis Morissette




.: Tudo :.

Eu posso ser uma idiota de primeira grandeza
Eu posso ser mesquinha de um jeito que está fora de moda
Eu posso ser a garota mais mal-humorada e você nunca conheceu ninguém
que seja tão negativo quanto eu às vezes sou

Eu sou a mulher mais sábia que você já encontrou
Eu sou a alma mais amável com quem você já se conectou
Eu tenho o coração mais corajoso que você já viu
E você nunca conheceu ninguém
Que seja tão positivo quanto eu às vezes sou

Você vê tudo, você vê todas as partes
Você vê toda minha luz e você ama minha escuridão
Você cava em busca de tudo o que me envergonha
Não há nada com o qual você não consiga se identificar
E você ainda está aqui

Eu culpo todo o mundo, exceto a minha própria atitude
Minha agressividade passiva pode ser devastadora
Eu sou medrosa e desconfiada
E você nunca conheceu ninguém
Tão fechado em si mesmo como eu às vezes sou

Você vê tudo, você vê todas as partes
Você vê toda minha luz e você ama minha escuridão
Você cava em busca de tudo o que me envergonha
Não há nada com o qual você não consiga se identificar
E você ainda está aqui

O que eu resisto, persiste, e fala mais alto do que eu sei
O que eu resisto, você ama, não importa o quão baixo ou alto eu vá

Eu sou a mulher mais engraçada que você já conheceu
Eu sou a mulher mais sombria que você já conheceu
Eu sou a mulher mais deslumbrante que você já conheceu
E você nunca conheceu ninguém tão, tão tudo como eu sou às vezes

Você vê tudo, você vê todas as partes
Você vê toda minha luz e você ama minha escuridão
Você cava em busca de tudo o que me envergonha
Não há nada com o qual você não consiga se identificar
E você ainda está aqui

E você ainda está aqui
E você ainda está aqui...



 


.: Mirana soprou às 09:57 :. .: 0 ventos alheios :.

 

09 novembro 2007




Adoreeeeei esse post do Tom.

A dialética do atraso



Leitura altamente recomendada!

Escrito pelo meu primo - a única pessoa que eu conheço capaz de fazer posts escritos de trás pra frente e na língua do pê.



 


.: Mirana soprou às 19:49 :. .: 1 ventos alheios :.

 





É surpreendente o poder de uma faxineira de transformar sua vida.

Além de, é claro, redefinir seus padrões anteriores do que é 'sujo' e 'limpo'.



 


.: Mirana soprou às 12:16 :. .: 1 ventos alheios :.

 

 


Mirana é uma existência efêmera nesse planeta, e isso a perturba um pouco, mas antes isso do que ser eterna. É relações públicas, finalmente graduada, enquanto deseja secretamente ser escritora de guias de viagem e/ou acrobata. Para viver precisa freqüentemente ler bons livros e dançar. Tem uma mãe sazonal, uma irmã essencial e um pai de quem não ouve mais falar, e vive bem assim, obrigada. É preguiçosa crônica, em tratamento, e tem apresentado sintomas claros de dependência do seu iPod. Guarda duas dúzias de pessoas no coração, e sempre se arrepende quando deixa passar muito tempo sem vê-las. Ama contemplar longamente o pôr-do-sol, o mar e a chuva. Já quis ter 42 anos, hoje vive bem com seus 30, mesmo se sentindo às vezes uma adolescente ingênua e espevitada, às vezes uma velha cansada e rabugenta. Tem TPM, mas nega até a morte. Vive em guerra com a balança e é preciso admitir que anda perdendo as últimas batalhas. Pretende ainda ter gatos e filhos, mas no momento declina da resposabilidade pela vida de outros. Veio ao mundo com uma missão pessoal e intransferível: ser feliz.




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