31 janeiro 2006




Feliz Aniversário, meu amor!!!

Tudo de bom, de feliz e de alegre hoje e sempre na sua vida.

Comigo, de preferência...!



 


.: Mirana soprou às 20:47 :. .: 0 ventos alheios :.

 

27 janeiro 2006




oquei.
agora eu cogito seriamente desistir do show do U2.

será que existem mais 73 mil doidos varridos nessa cidade?

de zero a dez, qual a chance de eu conseguir comprar o ingresso calmamente no dia da venda (veja bem, nem tô pedindo pra ser sem fila) e ir calmamente assistir o show?



 


.: Mirana soprou às 13:24 :. .: 0 ventos alheios :.

 





Agora eu entendi tudo.

Quanta confusão, meu deus, por causa de um pressuposto não esclarecido.

É que a minha restrita capacidade de entendimento, embotada constantemente pela influência maligna da minha mãe, nunca tinha percebido a relação direta entre a paternidade e o requeijão do café-da-manhã.



 


.: Mirana soprou às 10:20 :. .: 0 ventos alheios :.

 

26 janeiro 2006




Triste não é ver a "tragédia emocional", como você chamou, se aproximando.

Triste mesmo é chegar ao ponto de não se importar mais.



 


.: Mirana soprou às 11:14 :. .: 0 ventos alheios :.

 

24 janeiro 2006




vix.
que dia de cão.

esse feriado de amanhã salvou a minha lavoura.

não que eu plante nada, mas vocês entenderam.

a parte boa é que eu descobri o que é o prazer de bradar, do fundo do plexo solar, "vá tomar nas vinte e uma pregas do seu cu".
e agora qualquer um que me torre muito a moleira tá sujeito a ser aconselhado a ir experienciar essa vivência anal.



 


.: Mirana soprou às 17:57 :. .: 0 ventos alheios :.

 

23 janeiro 2006




Tremei, ó infiéis.
Elas voltaram.

As Poderosas Penélopes

Poderosas, Perigosas, Peitudas.
Tudibom, enfim.



 


.: Mirana soprou às 18:24 :. .: 0 ventos alheios :.

 

20 janeiro 2006




Os competidores vêm se aproximando. As atletas estão na reta final da maratona. O público observa o rosto suado, apreensivo e concentrado da mulher branquela que vem liderando a prova. "Ela até que corre bem pra uma gordinha, né?", comentam as linguas maliciosas à boca pequena. A respiração acelerada, a passada firme que não se altera há mais de uma hora. A futura campeã olha pra trás rapidamente, numa última checagem da sua vantagem em relação à segunda colocada. Ela percebe que a vitória é inevitável. Ela já começa a pensar no troféu, na champagne, os louros da vitória no pódio. O público da maratona aplaude, grita, incentiva. Agora faltam alguns metros, algumas passadas. Ela divisa claramente a linha de chegada, os nomes dos patrocinadores. Ali, logo na frente, a tão almejada linha de chegada. Ela está cansada, ela vem se preparando para esse momento há mais de um ano. Ela sabe que o momento é seu e é merecido. Ela sorri para as duas meninas que seguram a faixa simbólica da chegada. As meninas sorriem de volta. É agora, está chegando o meu momento. Ela levanta os braços e fecha os olhos, se entregando ao deleite de sentir a faixa da chegada roçando em seu abdômen.

Nada.
Ela abre os olhos e vê que as meninas que seguram a faixa correram para 100 m adiante.
Ela respira fundo e continua correndo, se arrastando. Falta só mais um pouquinho agora, mas esses 100m extras são os mais longos da sua vida.

Essa é a sensação te ter as suas férias adiadas em uma semana, quando faltava um diazinho só pra ela chegar.



 


.: Mirana soprou às 11:29 :. .: 0 ventos alheios :.

 

19 janeiro 2006




Que eu te amo, isso o mundo inteiro tá careca de saber.
Mas sabe, amoreco, hoje acordei meio diferente. Lembrar dos seus olhos, seu sorriso, sua voz, seu cabelo, você toda enfim, me inspirou a querer fazer da minha vida - da nossa vida, do mundo todo - uma coisa linda linda. Uma obra prima. Como você.


Não canto mais Babete nem Domingas
Nem Xica nem Tereza, de Ben jor;
Nem Drão nem Flora, do baiano Gil;
Nem Ana nem Luiza, do maior;
Já não homenageio Januária,
Joana, Ana, Bárbara, de Chico;
Nem Yoko, a nipônica de Lennon;
Nem a cabocla, de Tinoco e de Tonico;

Nem a tigreza nem a Vera gata
Nem a branquinha, de Caetano;
Nem mesmoa linda flor de Luiz Gonzaga,
Rosinha, do sertão pernambucano;
Nem Risoflora, a flor de Chico Science,
Nenhuma continua nos meus planos
Nem Kátia Flávia, de Fausto Fawcett;
Nem Anna Júlia do Los Hermanos.

Só você,
Hoje eu canto só você;
Só você,
Que eu quero porque quero, por querer.


Não canto de Melô pérola negra;
De Brown e Hebert, uma brasileira;
De Ari, nem a baiana nem Maria,
Nem a Iaiá também, nem minha faceira;
De Dorival, nem Dora nem Marina
Nem a morena de Itapoã;
Divina garota de Ipanema,
Nem Iracema, de Adoniran.

De Jackson do Pandeiro, nem Cremilda;
De Michael Jackson, nem a Billie Jean;
De Jimi Hendrix, nem a doce Angel;
Nem Ângela nem Lígia, de Jobim;
Nem Lia, Lily Braun nem Beatriz,
Das doze deusas de Edu e Chico;
Até das trinta Leilas de Donato,
E de Layla, de Clapton, eu abdico.

Só você,
Canto e toco só você;
Só você,
Que nem você ninguém mais pode haver.


Nem a namoradinha de um amigo
E nem a amada amante de Roberto;
E nem Michelle-me-belle, do beattle Paul;
Nem Isabel - Bebel - de João Gilberto;
E nem B.B., la femme de Serge Gainsbourg;
Nem, de Totó, na malafemmená;
Nem a Iaiá de Zeca Pagodinho;
Nem a mulata mulatinha de Lalá.

E nem a carioca de Vinícius
E nem a tropicana de Alceu
E nem a escurinha de Geraldo
E nem a pastorinha de Noel
E nem a namorada de Carlinhos
E nem a superstar do Tremendão
E nem a malaguenha de Lecuona
E nem a popozuda do Tigrão.

Só você,
Hoje elejo e elogio só você,
Só você,
Que nem você não há nem quem nem quê.

De Haroldo Lobo com Wilson Batista,
De Mário Lago e Ataulfo Alves,
Não canto nem Emília nem Amélia,
Nenhuma tem meus vivas! E meus salves!
E nem Angie, do stone Mick Jagger;
E nem Roxanne, de Sting, do Police;
E nem a mina do mamona Dinho
E nem as mina - pá! - do mano Xiz!

Loira de Hervê e loira do É O Tchan,
Lôra de Gabriel, o Pensador;
Laura de Mercer, Laura de Braguinha,
Laura de Daniel, o trovador;
Ana do Rei e Ana de Djavan,
Ana do outro rei, o do baião
Nenhuma delas hoje cantarei:
Só outra reina no meu coração.

Só você,
Rainha aqui é só você,
Só você,
A musa dentre as musas de A a Z.


Se um dia me surgisse uma moça
Dessas que com seus dotes e seus dons,
Inspira parte dos compositores
Na arte das palavras e dos sons,
Tal como Madallene, de Jacques Brel,
Ou como Madalena, de Martinho;
Ou Mabellene e a sixteen de Chuck Berry,
E a manequim do tímido Paulinho;

Ou como, de Caymmi, a moça prosa
E a musa inspiradora Doralice;
Se me surgisse uma moça dessas,
Confesso que eu talvez não resistisse...
Mas, veja bem, meu bem, minha querida,
Isso seria só por uma vez,
Uma vez só em toda a minha vida!
Ou talvez duas... mas não mais que três...

Só você...
Mais que tudo é só você;
Só você...
As coisas mais queridas você é

Você pra mim é o sol da minha noite;
É como a rosa, luz de Pixinguinha;
É como a estrela pura aparecida,
A estrela a refulgir, do Poetinha;
Você, ó flor, é como a nuvem calma
No céu da alma de Luiz Vieira;
Você é como a luz do sol da vida
De Steve Wonder, ó minha parceira.

Você é pra mim o meu amor,
Crescendo como mato em campos vastos,
Mais que a gatinha para Erasmo Carlos;
Mais que a cigana pra Ronaldo Bastos;
Mais que a divina dama pra Cartola;
Que a domna pra Ventadorn, Bernart;
Que a honey baby pra Waly Salomão
E a funny valentine pra Lorenz Hart.

Só você,
Mais que tudo e todas, é só você;
Só você,
Que é todas elas juntas num só ser.



Todas Elas juntas Num Só Ser
Lenine



 


.: Mirana soprou às 09:31 :. .: 0 ventos alheios :.

 

17 janeiro 2006




E nesse momento faltam 3 dias e 2h para as mais almejadas, aguardadas, ensolaradas, preguicentas, viajantes, acampantes, cachoeirantes e namorantes férias da história ocidental.



 


.: Mirana soprou às 16:21 :. .: 0 ventos alheios :.

 





Ontem encarei 4h de fila, sob um sol-de-rachar-coco, e uma falta injustificada no trabalho, em busca do ingresso pro show do U2. E acabei o dia sem ingresso nenhum. Só uma queimadura básica de sol e pés muito, muito judiados.


Ainda bem que Dona Jade estava lá, pra conduzir uma belíssima meditação e visualização coletiva. Foi lindo. Todo o povo da fila de mão dada, olhos fechados, entoando "oooommmmm", enquanto a Gema bradava:

"Visualizem uma cabana! Vocês estão numa cabana e neva lá fora! Muita neve! Menos 5 graus! Vocês estão rolando na neve! Rolando pelados na neve, a pele ficando roxinha! O vento, o furacão! Voando no furacão, OLHA O SACI!!!".

Gema, querida, com você eu aguentava mais 16h.

Sou brasileira e não desisto nunca! Eu hei de ir no 2º show!!



 


.: Mirana soprou às 16:01 :. .: 0 ventos alheios :.

 

06 janeiro 2006




ave maria!

eu quero ir no show do U2, mas será que eu quero pagar 90 dinheiros nisso?

tô assim em cima do muro, quaaase topando.
me arrependi de não ter visto o outro show deles...
me arrependi de não ter visto pearl jam...

alguém me convence? nem é difícil.



 


.: Mirana soprou às 16:01 :. .: 0 ventos alheios :.

 

05 janeiro 2006






E não é que me deu vontade de postar? Assim, do nada, depois de quase 2 meses apáticos.É que eu abri esse blog e saí navegando pelos links aí do lado.

Nas páginas que eu não visitava há semanas encontrei desabafos, reflexões, perguntas - muitas. Desconfio que seja mais um surto da Síndrome de Ano Novo. Quer você queira ou não, é praticamente impossível não contrair um desejozinho pra 2006 ou pelo menos uma retrospectivazinha do ano que passou.

Esse ano eu estou manifestando a versão mais light dessa síndrome. Só fiz um projeto pro ano novo, e porque a idéia foi dela e eu achei que seria legal aderir também. Mas eu olho pra dentro de mim e não encontro nada dramaticamente revirado. Uma quietude que me preocupa, se você quer saber.

Na minha sagitarianice capricorniana, estou acostumada a associar calmarias prolongadas a tempestades catastróficas que se seguem. Ou então à recusa em ver a chuva que cai, enquanto fixo os olhos numa foto de céu azul.

O fato é que eu tenho a sensação de ter largado os remos já há algum tempo. E nem lembro quando. Estou mesmo navegando com os ventos ou simplesmente parei de nadar contra a corrente?

Concentrada em tirar fotos dos fogos de Ano Novo, como essa aí em cima, me esqueci de admirá-los.



 


.: Mirana soprou às 10:32 :. .: 0 ventos alheios :.

 

 


Mirana é uma existência efêmera nesse planeta, e isso a perturba um pouco, mas antes isso do que ser eterna. É relações públicas, finalmente graduada, enquanto deseja secretamente ser escritora de guias de viagem e/ou acrobata. Para viver precisa freqüentemente ler bons livros e dançar. Tem uma mãe sazonal, uma irmã essencial e um pai de quem não ouve mais falar, e vive bem assim, obrigada. É preguiçosa crônica, em tratamento, e tem apresentado sintomas claros de dependência do seu iPod. Guarda duas dúzias de pessoas no coração, e sempre se arrepende quando deixa passar muito tempo sem vê-las. Ama contemplar longamente o pôr-do-sol, o mar e a chuva. Já quis ter 42 anos, hoje vive bem com seus 30, mesmo se sentindo às vezes uma adolescente ingênua e espevitada, às vezes uma velha cansada e rabugenta. Tem TPM, mas nega até a morte. Vive em guerra com a balança e é preciso admitir que anda perdendo as últimas batalhas. Pretende ainda ter gatos e filhos, mas no momento declina da resposabilidade pela vida de outros. Veio ao mundo com uma missão pessoal e intransferível: ser feliz.




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