31 outubro 2008




.: Feliz Beltane :.




 


.: Mirana soprou às 19:03 :. .: 0 ventos alheios :.

 





eu demorei alguns meses, mas tomei consciência de que tenho um negócio aqui me corroendo aos poucos por dentro.

depois de algum tempo eu descobri que era um sentimento.

aí eu fui tateando vagarosamente e tendo alguma noção do que se tratava.

algum tempo depois, eu consegui formular claramente o problema.

em seguida eu analisei e descobri porque o problema era, de fato, um problema.

e refletindo sobre ele, enxerguei todo o mal que ele me causa hoje e todo o mal que pode causar no futuro se não for solucionado.

depois eu achei algumas possibilidades de solução.

depois fui progressivamente abandonando algumas dessas posibilidades, e tendo a certeza que só há um jeito de resolver o problema em definitivo.

hoje eu sei que tenho um problema, sei exatamente o que esse problema me causa e o que mais pode me causar, sei qual deve ser a solução.

ela começa com um telefonema.

e cadê a coragem de discar os números?



 


.: Mirana soprou às 16:56 :. .: 0 ventos alheios :.

 

23 outubro 2008




.: tampem os ouvidos das crianças :.

PU
TA
QUE
O
PA
RI
Ú.


Não dá pra tirar a mira de cima da minha amiga, não??
Que que é - é algum tipo de teste de resistência?

Se eu já tô cansada dessa palhaçada de "inferno astral com um ano de duração", imagine ela!
Não consigo nem me colocar no lugar dela direito.

Seja quem for o responsável por essa bagaça, faz favor de mirar e ERRAR!



 


.: Mirana soprou às 14:48 :. .: 0 ventos alheios :.

 

20 outubro 2008




.: The Twilight Zone of Web :.

Alguém sabe dizer porque raios alguns dos links de blogs, ali naquela lista à direita, ficam vermelhinhos quando se passa o mouse em cima e outros não? Veja bem - meu problema é com os que não ficam... E todos os códigos dos links são iguaizinhos...

Mistéééérios do HTML...



 


.: Mirana soprou às 19:28 :. .: 4 ventos alheios :.

 





É assaz reconfortante saber que uma pessoa que a gente admira faz as mesmas merdas que a gente de vez em quando.



 


.: Mirana soprou às 15:52 :. .: 0 ventos alheios :.

 

17 outubro 2008




tcharaan!
estamos de cara nova.

era uma idéia que eu tinha já faz um tempo...
minha fase rosa já passou, sabe.

agora há pouco eu comecei a brincar com umas imagens possíveis para o novo banner, e fui gostando dos resultados, e uma coisa foi encaixando na outra, e quando vi tava tudo feito.

resta agora ver se tudo o mais que requer mudanças na minha vida - e é muita coisa! - tem alguma chance de acontecer assim.



 


.: Mirana soprou às 21:41 :. .: 0 ventos alheios :.

 





.: É Primaveraaaaaaaa :.

A propósito do calor subsaariano de ontem, e do abafamento torturante de hoje, a primavera tá vindo dicumforça lá em casa esse ano.

As sementes de pimenteira que eu plantei antes do Equinócio já começaram a botar suas carinhas lindas de bebezinhos-brotos pra fora.

O mais novo membro da comunidade fitosférica que habita comigo é uma des-lum-bran-te flor-de-lótus amarela que eu acabei de comprar de um camelô na porta do banco.

Ela acabou de ser batizada de Madhari e conta aos leitores desse blog que a sua expectativa é poder contribuir com muita elevação espiritual para a sua nova família humana - no caso, eu.

Se ela sozinha não tiver o poder de me tornar uma pessoa assim mais iluminada - ao menos ela vai ficar linda dividindo com o Dino a função de Comitê Receptivo da sala. :-)



 


.: Mirana soprou às 14:05 :. .: 2 ventos alheios :.

 

16 outubro 2008




.: Microcontos :.

Como eu disse abaixo, andei brincando no twitter. Minha conclusão é que eu ainda sou prolixa demais pra esse negócio, e talvez justamente por isso eu tenha amado tanto o post do Denis sobre microcontos.

É, o cara faz esse negócio parecer fácil. Uma história em 14o caracteres, não deve ser difícil nem tomar tempo... Fiquei com a idéia devorando minha massa encefálica.

E daí ontem eu não conseguia dormir.

Só sosseguei quando peguei uma caneta, um verso de um papel rascunho e rabisquei uns negócios.
Lá vai um:



A voz dela roçando seus tímpanos, cruzando satélites naquele violento telefonema, fez Carminha apertar a caneta entre os dedos. Após 8 anos, voltaria a fumar dali a 23 minutos. Voltaria pra Malu em 27.



É, eu sei. Tem mais de 140 caracteres. Tem 201, actually.
Mas eu não sou o Denis.
(Ainda).



 


.: Mirana soprou às 10:01 :. .: 0 ventos alheios :.

 

09 outubro 2008







 


.: Mirana soprou às 18:18 :. .: 0 ventos alheios :.

 

08 outubro 2008




once upon a time i was an ocean
but now I'm a mountain range
something unstoppable set into motion
nothing is different but everything's changed



 


.: Mirana soprou às 10:51 :. .: 0 ventos alheios :.

 

07 outubro 2008




Tô brincando disso aqui.

Por quanto tempo é que não estamos sabendo informar.



 


.: Mirana soprou às 15:08 :. .: 0 ventos alheios :.

 

02 outubro 2008




Hoje no ônibus eu estava pensando sobre a minha vida. Sobre quem sou - assim, descrita em 5 linhas -, sobre o que faço de melhor. A conclusão foi um grande "não sei".

Mas agora eu topei por acaso com esse poema do Manoel Bandeira, que eu não conhecia, e de um jeito que eu não entendi muito bem, ele se encaixou nas caraminholas da minha cabeça.



Belo Belo

Belo belo belo,
Tenho tudo quanto quero.

Tenho o fogo de constelações extintas há milênios.
E o risco brevíssimo — que foi? passou — de tantas estrelas cadentes.

A aurora apaga-se,
E eu guardo as mais puras lágrimas da aurora.

O dia vem, e dia adentro
Continuo a possuir o segredo grande da noite.

Belo belo belo,
Tenho tudo quanto quero.

Não quero o êxtase nem os tormentos.
Não quero o que a terra só dá com trabalho.

As dádivas dos anjos são inaproveitáveis:
Os anjos não compreendem os homens.

Não quero amar,
Não quero ser amado.
Não quero combater,
Não quero ser soldado.

— Quero a delícia de poder sentir as coisas mais simples.



Tenho a sensação que há partes se juntando dentro de mim, montando um mosaico de entendimento que logo mais eu vou conseguir ver.



 


.: Mirana soprou às 11:32 :. .: 0 ventos alheios :.

 

01 outubro 2008




.: mais sinais do apocalipse alzheimer que se aproxima :.

chego no trabalho, abro a bolsa pra pegar a chave, e vejo que - precavidamente? - trouxe comigo o telefone sem fio da minha casa.



 


.: Mirana soprou às 16:00 :. .: 0 ventos alheios :.

 





.: diálogo improvável, porém real, que você ouviria num beco de uma vila no litoral sul fluminense :.

- meu quintal está ficando amarelo!
- são musgos... sabe que eu até acho bonito?
- pra você ver como é úmido aqui.
- briófitas, baby.



 


.: Mirana soprou às 15:55 :. .: 0 ventos alheios :.

 

 


Mirana é uma existência efêmera nesse planeta, e isso a perturba um pouco, mas antes isso do que ser eterna. É relações públicas, finalmente graduada, enquanto deseja secretamente ser escritora de guias de viagem e/ou acrobata. Para viver precisa freqüentemente ler bons livros e dançar. Tem uma mãe sazonal, uma irmã essencial e um pai de quem não ouve mais falar, e vive bem assim, obrigada. É preguiçosa crônica, em tratamento, e tem apresentado sintomas claros de dependência do seu iPod. Guarda duas dúzias de pessoas no coração, e sempre se arrepende quando deixa passar muito tempo sem vê-las. Ama contemplar longamente o pôr-do-sol, o mar e a chuva. Já quis ter 42 anos, hoje vive bem com seus 30, mesmo se sentindo às vezes uma adolescente ingênua e espevitada, às vezes uma velha cansada e rabugenta. Tem TPM, mas nega até a morte. Vive em guerra com a balança e é preciso admitir que anda perdendo as últimas batalhas. Pretende ainda ter gatos e filhos, mas no momento declina da resposabilidade pela vida de outros. Veio ao mundo com uma missão pessoal e intransferível: ser feliz.




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