31 julho 2008




.: That's so like me :.


Visitante de museu cai e destrói escultura de R$ 18,7 mil em Londres


Gente, juro, eu nem tava na Inglaterra anteontem!!


Mas é muito fácil imaginar eu, a minha graciosidade natural e o meu senso perfeito de equilíbrio protagonizando essa cena.



 


.: Mirana soprou às 14:41 :. .: 0 ventos alheios :.

 

23 julho 2008




gente, sabe de uma coisa?
eu tô feliz.

ando cheia de planos para melhorar a minha casa, meu trabalho, meu corpo, minha vida. mas não deixo de me sentir contente por tudo de mais precioso que eu tenho.
Gente, sabe.
isso sim é o que me faz feliz: gente.
que eu amo.
por perto.

como se não bastasse, acabei de comprar capas de almofadas des-lum-bran-tes por 5 reais cada.
não, não são de chita e nem costuradas por um cachorro estrábico - são lindas, bem acabadas, de um bom tecido e vão combinar com qualquer sofá que eu venha a ter um dia.

me diz -
precisa de mais o quê pra ser (mais) feliz?

(eu sei o quê, mas abafa o caso).



 


.: Mirana soprou às 09:52 :. .: 0 ventos alheios :.

 

16 julho 2008




Eu tava reparando ontem em uma foto minha de quando eu era bebê.
Sabe de uma coisa?
Desde aquela época eu tenho orelhas grandes!

A orelha em si é até dentro dos parâmetros do normal.
Mas o lóbulo (a parte que a gente fura pra colocar brinco) essa sim é graaaande.
Somando as duas partes, sou praticamente uma versão feminina do Lima Duarte!

Quando eu reparei nisso na minha adolescência, quase criei mais uma paranóia auto-depreciativa.
Quase.

Mas esse formato das minhas orelhas me lembram meu avô.
Suas orelhas grandes num senhor loiro, imponente, de cabelo sempre impecável (era gel? brilhantina?). Sobrancelhas rebeldes que davam a impressão de brabeza. Não lembro de como eram suas mãos.
Ainda consigo ouvir sua voz profunda, que parecia vir do centro da terra. Acho que ele não tinha nenhum sotaque, mas com certeza sua respiração era profunda e sempre audível.
O cheiro dele - o Benson & Hedges que estava sempre ao alcance da mão.

Minhas lembranças do Helmut Werner Mayer, ou simplesmente Seu Mayer, são fragmentadas.
Mas a certeza do carinho e amor que ele me dava são indeléveis.

Vovô, tenho saudades!
Me orgulho da herança que você deixou no meu corpo, mesmo que tenha sido só nas orelhas...!



 


.: Mirana soprou às 13:21 :. .: 0 ventos alheios :.

 

01 julho 2008




.: Chega o tempo de partir :.


Another Galaxy
Paul Simon

On the morning of her wedding day
When no one was awake
She drove across the border
Leaving all the yellow roses on her wedding cake
Her mother's tears, her breakfast order

She's gone, gone, gone

There is a moment, a chip in time
When leaving home is the lesser crime
When your eyes are blind with tears
But your heart can see
Another life, another galaxy

That night her dreams are storm-tossed as a willow
She hears the clouds
She sees the eye of a hurricane
As it sweeps across her island pillow

But she's gone, gone, gone

There is a moment, a chip in time
When leaving home is the lesser crime
When your eyes are blind with tears
But your heart can see
Another life, another galaxy




Adeus.
Tudo o que passou ficou pra trás.
Está tudo perdoado, está tudo desculpado.

Nua, recém nascida, eu vejo o sol pela primeira vez.



 


.: Mirana soprou às 11:34 :. .: 1 ventos alheios :.

 

 


Mirana é uma existência efêmera nesse planeta, e isso a perturba um pouco, mas antes isso do que ser eterna. É relações públicas, finalmente graduada, enquanto deseja secretamente ser escritora de guias de viagem e/ou acrobata. Para viver precisa freqüentemente ler bons livros e dançar. Tem uma mãe sazonal, uma irmã essencial e um pai de quem não ouve mais falar, e vive bem assim, obrigada. É preguiçosa crônica, em tratamento, e tem apresentado sintomas claros de dependência do seu iPod. Guarda duas dúzias de pessoas no coração, e sempre se arrepende quando deixa passar muito tempo sem vê-las. Ama contemplar longamente o pôr-do-sol, o mar e a chuva. Já quis ter 42 anos, hoje vive bem com seus 30, mesmo se sentindo às vezes uma adolescente ingênua e espevitada, às vezes uma velha cansada e rabugenta. Tem TPM, mas nega até a morte. Vive em guerra com a balança e é preciso admitir que anda perdendo as últimas batalhas. Pretende ainda ter gatos e filhos, mas no momento declina da resposabilidade pela vida de outros. Veio ao mundo com uma missão pessoal e intransferível: ser feliz.




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